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Correspondência e Fotografias

Com recursos provenientes do Prêmio Elisabete Anderle 2014, da Fundação Catarinense de Cultura, foi desenvolvido o projeto de resgate da correspondência e das fotografias de Cleber Teixeira. As cartas por ele recebidas foram identificadas, higienizadas e organizadas em arquivos (físico e digital), a partir de quatro categorias de remetentes: pessoas diretamente vinculadas à produção da Editoraintelectuaisamigos e familiares e livreiros e pessoas interessadas na distribuição e aquisição das obras.

O acervo resultante desta correspondência constitui-se em importante fonte de pesquisa sobre a história da Editora Noa Noa e das relações profissionais e pessoais de Cleber Teixeira. O arquivo das fotografias encontradas no espaço da editora, foi organizado a partir das seguintes categorias: família originalinfância e juventudetempo carioca e tempo catarinense. Não fazem parte deste arquivo, as fotografias sem vinculação direta com a atividade profissional, ou que registram a vida familiar e pessoal a partir de 1977, quando se transferiu para Florianópolis.

Exposição em Minas Gerais

Com recursos provenientes do Prêmio Elisabete Anderle 2014, da Fundação Catarinense de Cultura, foi desenvolvido o projeto de resgate da correspondência e das fotografias de Cleber Teixeira. As cartas por ele recebidas foram identificadas, higienizadas e organizadas em arquivos (físico e digital), a partir de quatro categorias de remetentes: pessoas diretamente vinculadas à produção da Editoraintelectuaisamigos e familiares e livreiros e pessoas interessadas na distribuição e aquisição das obras.

O acervo resultante desta correspondência constitui-se em importante fonte de pesquisa sobre a história da Editora Noa Noa e das relações profissionais e pessoais de Cleber Teixeira. O arquivo das fotografias encontradas no espaço da editora, foi organizado a partir das seguintes categorias: família originalinfância e juventudetempo carioca e tempo catarinense. Não fazem parte deste arquivo, as fotografias sem vinculação direta com a atividade profissional, ou que registram a vida familiar e pessoal a partir de 1977, quando se transferiu para Florianópolis.

Exposição em Florianópolis

Com recursos provenientes do Prêmio Elisabete Anderle 2014, da Fundação Catarinense de Cultura, foi desenvolvido o projeto de resgate da correspondência e das fotografias de Cleber Teixeira. As cartas por ele recebidas foram identificadas, higienizadas e organizadas em arquivos (físico e digital), a partir de quatro categorias de remetentes: pessoas diretamente vinculadas à produção da Editoraintelectuaisamigos e familiares e livreiros e pessoas interessadas na distribuição e aquisição das obras.

O acervo resultante desta correspondência constitui-se em importante fonte de pesquisa sobre a história da Editora Noa Noa e das relações profissionais e pessoais de Cleber Teixeira. O arquivo das fotografias encontradas no espaço da editora, foi organizado a partir das seguintes categorias: família originalinfância e juventudetempo carioca e tempo catarinense. Não fazem parte deste arquivo, as fotografias sem vinculação direta com a atividade profissional, ou que registram a vida familiar e pessoal a partir de 1977, quando se transferiu para Florianópolis.

Filme "Cléber e a Máquina"

O tipógrafo-editor e poeta Cleber Texeira aceita o desafio de recuperar uma impressora tipográfica fabricada no século XIX que permaneceu em silêncio cerca de 40 anos. Este acontecimento e os depoimentos de pessoas com que Cleber compartilhou a vida e o trabalho constroem uma narrativa que permite o desvendamento do mundo do artista. Com depoimentos, entre outros, de Augusto de Campos, Raúl Antelo, Vitor Ramil.

Ficha Técnica
Direção e roteiro: Rosana Cacciatore
Produção: Marina Moros
Imagens e sons: Rafel Mamognian e Rosana Cacciatore
Entrevistas: Fernando Scheibe
Montagem: Norberto Depizzolatti e Rosana Cacciatore
Artes Gráficas: Marina Moros

Filme "Só Tenho um Norte"

Documentário filmado em dez/2006 na oficina da editora Noa-Noa,em Florianópolis, com direção de Alexandre Veras, Demétrio Panarotto,Júlia Studart e Manoel Ricardo de Lima. Lançado em 2007 no CIC-Florianópolis e na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, SP. Depois o filme circulou de forma  livre em várias cidades, lugares e instituições. Duração: 52 min.

O documentário foi uma ideia da Júlia Studart e minha que, à época, quando morávamos em Florianópolis, admiradores do trabalho do Cleber Teixeira como impressor e editor, fazíamos algumas visitas a ele para um café sempre com uma boa e rara conversa. A partir daí, dessas visitas e conversas,resolvemos montar um pequeno roteiro-livre e convidar os amigos Alexandre Veras e Demétrio Panarotto para realizar o filme. A importância de Cleber Teixeira para o trabalho com o livro e com o poema no Brasil é singular, desde as edições de Mallarmé, Gertrude Stein, Gerard Manley Hopkins ou Emily Dickinson com traduções de Augusto de Campos entre tantas outras coisas de poesia, gravura etc. Cleber faleceu em 2013 e nos deixou algumas lições muito preciosas de aprendizagem acerca da delicadeza e do afeto ao livro, aos amigos, com o mundo e com a vida. Um inventor de circunstâncias, sem pressa, sem estratégias de inserção no mercado e cumprindo um movimento contrário à toda burocratização do amanhã.

por Manoel Ricardo de Lima